Che vuoi?

Quando o demônio pergunta, o que você responde?

mercredi, décembre 13, 2006

And life goes on

Atenção, atenção!
Mercredi 13 décembre à 21:00:
nouvelle séance du séminaire sur les mathèmes de Lacan.

Nada como um dia após o outro!

mardi, décembre 12, 2006

Aconteceu e nem doeu

Eu fiz, eu fui e fiz.
"And my heart beats so that I can hardly speak...!"
Ele me diminuiu para preservar seu valor:
"...vous n'étiez pas le premier, ni vous serez dernier..." ele me disse, com aquele tom sóbrio de quem está atrás de um púlpito de dois metros.

E eu não me arrependo.

E vou dormir com um sorriso, um doce sorriso os lábios.

Today is D day!

Hoje é o dia.
O dia do pé na bunda!

E, estranhamente, sinto-me perdida. Não sei o que dizer, nem como dizer. Sinto uma apreensão e uma vontade de fugir da situação. Achei que fosse gostar de apunhalá-lo, mas, all of a sudden, a iminência do sangue me acovarda.

Razões mil eu tenho para não perder mais nenhum centavo com ele. Mas mesmo assim... essas reticências.

Darn.

lundi, décembre 11, 2006

Do que me revira as entranhas

Quero falar disto que faz meu coração bater com raiva. Tanta raiva que o sinto pulsar nas minhas têmporas e percebo a iminência de uma dor de cabeça estressante.
Quero falar do que me revira as entranhas e me faz ter vontade de gritar que nesta pocilga não há seriedade. Nem comprometimento.
Cito um "relato" de uma "analista em exercício" que escutei, nãos em sentir uma pontada no estômago e uma revolta do tamanho do mundo:

"I trully tried to argue. I showed her how the
analisis could help her fortify her ego. Still,
I told her that in the right time she would feel
the necessity of speaking on contents that caused
her suffering, but she did not consider my idea.
I understood this was an escape and I could not
help but to feel sorry for all the psychic
suffering that this woman has been through."
Do I need to say more?

vendredi, novembre 24, 2006

LIBERTÉ!

Hoje me deram um presente.
E eu vou poder mandar meu "analista" pro inferno sem culpa.
É tão boa a sensação de liberdade!
É tão bom não ter dívida nenhuma com ninguém!
Eu não devo nada a ele.
Nada.

Mon dieu, I just feel so light all of a sudden...

A grande boca e a boca grande

De novo.
Falei demais de novo.
Não adianta.
Rodeada de alunos, novatos, eu abrí a boca e jorrei minhas insatisfações. Não deveria, eu significo coisas para eles. Shouddan't done that.
Droga.
Fica tudo tão desnudo quando eu faço isso. Sinto-me nua. E isso não é agradável, principalmente onde estou e com quem lido todos os dias.
Falei mal da psicóloga vesga, do meu "analista", do Lycée.
Tenho medo que minhas palavras encontrem ecos. Tenho medo que minhas palavras falem de mim, como eu falo da psicóloga vesga gorda. Tenho medo de me tornar incompetente como eles. Pior: tenho medo de me descobrir incompetente. E eu tô sozinha nessa.

De repente, eu sou criança de novo. Tentando chamar a atenção dos pais por meio de uma verborragia inconsequente.

Pena que o meu "analista" é um bundão. Senão eu já tinha parado com essa coisa edípica e não precisava criar esse blog.
A CULPA É DELE, ÓBVIO.
A CULPA É TODA DELE.
A CULPA É SEMPRE DELE.

Acho que eu já sei a quem esfaquear. Ooooohhh, this is sooooo Oedipian!
Tá vendo, analista de merda?

mercredi, novembre 22, 2006

Alceste dit Mais enfin, vos soins sont superflus.

Indeed.

Mas meu desejo não cessa.

mardi, novembre 21, 2006

O olhar torto da psicóloga vesga

Então eu não posso falar.
O silêncio sempre é a melhor resposta perto da imbecilidade dos que me rodeiam.
A psicóloga vesga disse que uma paciente minha é equilibradíssima. A psicóloga vesga está errada. Redondamente errada. Aliás, a psicóloga vesga É redonda, bem redonda. Deve ser tanta baguette. Como eu não gosto daquele olhar vesgo da psicóloga vesga.
E para onde eu olho aqui, vejo coisas erradas. Egos inflados. Pseudo-psicanalistas com seus discursos maestrais, traindo a ética, minha tão presada ética psicanalítica. Recomendando tratamentos cognitivos-comportamentais a paciente menos, digamos, favorecidos. Enquanto que para os clientes médicos, prestigiosos, as orelhas se multiplicam. Disgusting.
Soy Don Quijote. Pero un Don Quijote de ojos sanos, abiertos. Un Quijote que ve los molinos y lucha con los malhechores, y no al revés. Y un Quijote sin Sancho.
Ah minha amada psicanálise, minha amante. Como eu desprezo os que não te honram.
Eu tenho a faca, a quem devo apunhalar?

vendredi, novembre 17, 2006

Inauguração

I nauguro.
O espaço para meus vômitos críticos.
Porque eu preciso de um ralo.
Porque minha franja disfarça demais minha bitterness.
Porque se eu não falar aqui, onde falarei?
Meu "analista" é um bosta.
Vou dar um pé na bunda dele A S A P.
Deixa só eu ter mais tempo.
.
.
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Que bom.
Aqui eu posso esticar os braços e as pernas...